Depois de alcançar 840 medalhas em 2024, as Olimpíadas Master atingiram um novo marco em 2025: mais de 1.000 medalhas conquistadas em Olimpíadas Científicas, com mais de 500 alunos medalhistas.
O resultado consolida o projeto como um dos principais programas de preparação olímpica do estado, ampliando não apenas o número de conquistas, mas também o alcance da cultura de estudo entre os alunos.
Segundo Caroline Carvalho, integrante da equipe das Olimpíadas Master, as competições têm impacto direto na formação acadêmica. “As Olimpíadas desenvolvem habilidades como interpretação, raciocínio lógico e criatividade. Mais do que as medalhas, o que observamos é o amadurecimento intelectual dos alunos e a construção de uma disciplina de estudos consistente”, afirma.
Além do reconhecimento acadêmico, as Olimpíadas também têm se tornado caminho alternativo de ingresso no ensino superior. Universidades brasileiras passaram a ofertar vagas olímpicas, modalidade que permite o acesso por meio de medalhas conquistadas durante o Ensino Médio.
Em 2025, dois alunos do terceiro ano do Centro de Excelência Master conquistaram aprovações por esse formato:
Lucas Cardoso foi aprovado em Engenharia da Computação na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e também foi aprovado em Ciência da Computação na Universidade Federal do Ceará.
Guilherme Barreto também foi aprovado em Odontologia na UNICAMP e na Universidade Federal de Campinas (UFC)
Entre as novidades do ano está a participação na Olimpíada Brasileira de Africanidades e Povos Originários (OBAPO), que trouxe para o ambiente escolar discussões sobre identidade, história e diversidade cultural. A iniciativa ampliou o repertório dos estudantes e diversificou as áreas contempladas pelo programa olímpico.
Entre os destaques individuais está Rafael Castro Maia da Cunha, que acumula medalhas em competições nacionais e internacionais e se prepara para novas seletivas. “É tudo uma questão de construir disciplina aos poucos para alcançar o que a gente quer. Meu objetivo é chegar ao nível mundial”, afirma o estudante.
João Martins Cunha, delegado de polícia e pai de Rafael, destacou o desafio da rotina intensa de preparação. “Existe uma rotina de estudos, planejamento e viagens. O desafio é manter o foco e a disciplina, evitando distrações comuns da idade. O colégio mantém uma parceria importante com a família para que esse processo seja equilibrado.” Rafael se prepara para as seletivas da Olimpíada Brasileira de Matemática, considerada uma das mais exigentes do país, com possibilidade de integrar equipes brasileiras em competições internacionais.
O avanço das Olimpíadas Master em 2025 indica uma consolidação do modelo implantado nos últimos anos. O número recorde de medalhas é acompanhado pelo aumento de estudantes envolvidos, desde os anos iniciais até o Ensino Médio. As Olimpíadas Master evidenciam a formação de uma cultura de estudo contínua, baseada em planejamento, acompanhamento pedagógico e participação ativa das famílias.





























































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































